Colaboración y descolonización en los museos

Reflexiones a partir de tres experiencias indígenas amazónicas

Autores/as

  • Taynã Tagliati Souza

DOI:

https://doi.org/10.48565/bonndoc-95

Palabras clave:

museology, positivism, decolonization, collaboration, values of objects, museología, positivismo, descolonización, colaboración, valores de objetos, museologia, descolonização, colaboração

Resumen

A museologia se equilibra entre um passado colonialista e logocêntrico e um presente no qual estão em pauta os grandes debates decoloniais. Trabalhos e pesquisas colaborativas se tornaram quase mandatórios a partir da Nova Museologia. Neste artigo são questionados os limites do trabalho colaborativo e da própria proposta da museologia de construir uma ciência descolonizada. Por isso, serão abordados dois exemplos de colaborações entre pessoas indígenas e o Museu Paraense Emílio Goeldi, e uma percepção de um xamã no Museu do Homem em Paris. Trata-se de três grupos indígenas amazônicos de famílias linguísticas distintas: mebêngôkré, baniwa e yanomami. A partir das discussões levantadas, conclui-se o porquê do trabalho colaborativo ser insuficiente para a construção de uma ciência museológica decolonial.

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Publicado

2023-02-21

Cómo citar

Tagliati Souza, T. (2023). Colaboración y descolonización en los museos: Reflexiones a partir de tres experiencias indígenas amazónicas. Notas De Antropología De Las Américas, 1, 5–24. https://doi.org/10.48565/bonndoc-95